Carmina Renones
Perfil Pessoal
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Carmina, fundadora da Delirium, é uma cineasta com mais de 10 anos de experiência no audiovisual, com uma trajetória na fotografia. Desde o início de sua carreira, sua conexão com o cinema foi alimentada pela necessidade de capturar a realidade e transformá-la em algo que pudesse tocar as pessoas. No entanto, foi em sua busca pessoal por contar suas próprias histórias que ela encontrou uma nova missão: usar a arte como uma ferramenta para gerar consciência e inspirar mudanças.
Formada em Cinema pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Carmina também expandiu sua formação acadêmica na Sorbonne Nouvelle, na França. Buscando sempre aprimorar seu olhar e sua narrativa, participou de cursos especializados, como Narrativa de Documentário (AIC), Produção para Cinema (InC), Documentary Masterclass BBC, Roteiro para Cinema e Iluminação Cinematográfica na Bucareste. Além disso, adquiriu experiência prática participando de produções na Plural Filmes (SC), onde teve contato direto com diferentes etapas da produção documental.
Após concluir sua formação, Carmina teve a oportunidade de viajar o mundo com a família Schurmann, na iniciativa Voz dos Oceanos, uma experiência que se tornou um marco em sua trajetória. Durante essa jornada, em parceria com a ONU, testemunhou de perto os efeitos devastadores das mudanças climáticas e a invasão da poluição nos oceanos. O que viu em campo não só reforçou seu compromisso com a preservação ambiental, mas também a motivou a usar o cinema para despertar no público um olhar mais atento e responsável para as questões globais que afetam a todos nós.
Foi assim que nasceu a Delirium: um estúdio que, mais do que criar filmes, busca contar histórias que não apenas entretenham, mas que inspirem, provoquem reflexão e incentivem a ação. A missão da Delirium vai além do simples ato de contar histórias, a proposta é usar o audiovisual como uma forma de resistência e transformação. Acreditamos que, coletivamente, temos o poder de adiarmos o fim do mundo, um dia de cada vez, já dizia Krenak.



